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Sobre a Revista

A Revista Portuguesa de Psicanálise (RPP) é a publicação científica oficial da Sociedade Portuguesa de Psicanálise (SPP) e sua propriedade jurídica e intelectual.


Enfoque e alcance

A Revista Portuguesa de Psicanálise (RPP) publica semestralmente artigos originais de autores portugueses e estrangeiros que podem ser de natureza teórica e epistemológica, clínica, conceptual, empírica qualitativa e quantitativa. Os artigos submetidos a publicação devem inscrever-se na área da psicanálise e de outras disciplinas científicas das ciências sociais, das ciências naturais e das ciências humanas, nomeadamente literatura, arte e filosofia, com as quais o campo psicanalítico estabelece diálogo científico consistente.

Palavras-chave

Psicanalise, ciências sociais, humanidades, hermenêutica, inconsciente, teoria psicodinâmica.

Política de acesso livre

A RPP oferece acesso livre imediato ao seu conteúdo, seguindo o princípio de que a disponibilização gratuita do conhecimento científico ao público proporciona maior circulação das ideias e expansão do conhecimento.

Ética e Anonimato

A RPP reserva-se o direito de não publicar artigos clínicos, ou teórico-clínicos, que não respeitem as normas éticas da investigação em ciências sociais e humanas, nomeadamente em que a identidade do paciente não tenha sido preservada através do anonimato e em que a confidencialidade do material escrito e da ilustração gráfica (desenhos e figuras) das vinhetas clínicas não seja escrupulosamente respeitada. Para assegurar que esta regra é cumprida, os autores deverão preencher o formulário disponível para o efeito no website e enviá-lo para rpp@rppsicanalise.org. No caso em que subsista uma dúvida razoável em relação ao anonimato e confidencialidade do material clínico a publicar, o Conselho Editorial da revista reserva-se o direito de exigir a prova de consentimento informado da parte do paciente ou dos seus representantes legais (pais no caso de material gráfico infantil).

Revisão por pares

A arbitragem científica prévia à decisão editorial sobre a publicação é realizada pelo método double-blind peer review, isto é, por um mínimo de dois revisores científicos atribuídos de forma anónima. Se o artigo submetido for aceite para revisão, os autores poderão consultar o comentário dos revisores, independentemente do parecer favorável ou desfavorável à sua publicação.

No que diz respeito às entrevistas e aos artigos principais escritos por autores de reconhecido mérito científico convidados para o efeito pelo Conselho Editorial da revista, bem como aos comentários a estes artigos principais, estes serão apenas sujeitos a revisão técnica editorial pré-publicação.

Plagiarismo

O corpo editorial da revista está particularmente atento à deteção de situações de plágio, total ou parcial, no artigo submetido a publicação, e que, nessa circunstância, será rejeitado, com indicação aos autores da razão de tal decisão.

Repositório

O autor tem o direito de guardar o artigo no repositório ou nos arquivos de documentação científica da organização a que pertence, por exemplo uma Universidade ou Instituto Universitário, devendo utilizar a versão do artigo em PDF publicada pelo Editor.

Despesas de publicação

A RPP não cobra aos autores qualquer valor pela publicação dos artigos submetidos.

Indexação

A RPP regista a informação sobre os seus conteúdos e respetivos metadados nas seguintes bases de dados:

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História e Atualidade

Francisco Alvim, em 27 de Janeiro de 1977, escrevia o primeiro Editorial da Revista Portuguesa de Psicanálise (RPP). Era ainda um policopiado. Como vaticinava, este foi um marco histórico da divulgação psicanalítica em Portugal. Alvim entendia que, entre nós, a determinação era a maior garantia para conseguir levar por diante a obra iniciada por Freud, sem auxílios ou pressões que comprometessem a independência e a criatividade da psicanálise.

O primeiro número, já em formato de revista, saiu em 1985, com Editorial de João dos Santos, que aí exprimia uma ambição: deixar registados os trabalhos teórico-clínicos e científicos dos psicanalistas portugueses, e estabelecer, deste modo, relações mais estreitas com os colegas estrangeiros. Desde então, as sucessivas equipas editoriais da revista têm procurado manter as ambições tanto dos fundadores da Sociedade Portuguesa de Psicanálise (SPP), como dos pioneiros da RPP, ao garantirem a publicação de uma plêiade de artigos originais, de diferente natureza, cuja divulgação na comunidade psicanalítica nacional e internacional muito tem prestigiado a psicanálise portuguesa.

Em linha com esta tradição editorial, o actual Conselho Editorial (CE) da RPP define como prioridade o aprofundamento do alcance editorial e da influência cultural da revista como publicação científica contemporânea ao serviço da partilha de conhecimentos entre autores e leitores. Para concretizar este ambicioso objetivo a revista está, por um lado, a desenvolver uma estratégia de incentivo a que os psicanalistas portugueses, e muito em particular os colegas da SPP, a utilizem como instrumento privilegiado de reflexão teórico-conceptual e de aperfeiçoamento da comunicação clínica entre pares. E, por outro, a expandir este convite à publicação de artigos originais a colegas de outros países e culturas, e, de um modo geral, a cientistas de diferentes áreas das ciências humanas e sociais, também de outras disciplinas científicas, interessados no diálogo com a psicanálise.

ANTERIORES DIRECTORES
Francisco Alvim (1977–1978), João dos Santos e Carlos Amaral Dias (1985–1986), Carlos Amaral Dias e Jaime Milheiro (1987–1989), Carlos Amaral Dias (1990–1994), Jaime Milheiro (1996–2003), Rui Coelho e Manuel Matos (2004–2005), Rui Coelho e António Coimbra de Matos (2006–2008), Rui Coelho e Manuela Ferraz da Costa (2008–2012) Rui Aragão Oliveira  (2013–2015), Maria Fernanda Alexandre (2016-2019)