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Tudo aquilo que absolutamente não se deve fazer

Resumo

O campo analítico é um paradigma central da psicanálise contemporânea, mantendo continuidade com os modelos clássico, kleiniano e relacional, mas introduzindo uma inovação  técnica qualitativa: o foco na noção bioniana de transformação. A metáfora bússola do inconsciente, proposta pelo autor, posiciona a transferência, identificação projetiva, enactment e o campo analítico como pontos cardeais de orientação na decifração do inconsciente. O autor propõe a escuta gestáltica do “nós” com a expressão do funcionamento do campo que se gera na dupla analítica e onde o inconsciente é co?criado. O analista amplia funções psíquicas e vínculos, favorecendo a autenticidade emocional no par analítico, aceitando a participação do próprio inconsciente. O autor sugere alguns exercícios como forma de promover a espontaneidade no analista e consolidar a técnica de escuta do dialogo analítico. Segundo o autor, com a teoria do campo analítico, a escuta analítica deixa de ser um “pingue-pongue” entre os inconscientes do analista?paciente, amarrada a uma hermenêutica da desconfiança, para se tornar num “coro grego” onde analista e analisando sonham a sua existência, reforçando a escuta radical do “nós” no a aqui e agora de cada sessão.

Palavras-chave

Campo Analítico, Transformação, Escuta analítica, “Nós”, Técnica Psicanalítica

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Biografia Autor

Guiseppe Civitarese

Analista e Supervisor Didata na Sociedade Psicanalítica Italiana (SPI), membro da Associação Psicanalítica Americana (APsaA) e da Associação Psicanalítica Internacional (IPA).


Referências

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